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Atualizada às 13h53
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A carta expõe "a interpretação francesa" do documento, já que "fomos nós que o propusemos", assinalou o chanceler francês, Bernard Kouchner, em coletiva de imprensa que encerrou a reunião informal de ministros de Assuntos Exteriores da UE.
Kouchner explicou que as dificuldades de interpretação têm origem "na tradução, como sempre", pois, nesse caso, o texto precisou ser passado do francês para o inglês e depois ao russo.
No entanto, o ministro francês ressaltou que só houve "um documento" e que os três presidentes assinaram "o mesmo papel", proposto por Sarkozy e assinado em meados de agosto, e que estabelece seis pontos para o final das hostilidades e o recuo de tropas russas em território georgiano.
O embaixador da Rússia na UE, Vladimir Chizov, assegurou na terça-feira passada que Sarkozy apresentou a Moscou e Tbilisi duas versões diferentes do plano de paz que pôs fim aos enfrentamentos na Geórgia.
EFE
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